Intimidade!

30 de janeiro de 2005

Perdendo tempo!

Como fui tola por ter passado 1 ano e 4 meses da minha vida com vc. Sinceramente não sei como suportei todo esse tempo. Lógico que tiveram momentos bons, mas esses foram superados pelos ruins. Ao contrário de você, eu não te odeio, pelo contrário, sinto pena, medo, desprezo, sei lá, algo bem pior. Todas as suas neuroses que me sufocaram, seus ciúmes bestas, as cobranças, e as suas influências familiares foram me enojando ao longo do tempo. Você disse que não era simples dar um fim, queria explicações, simplesmente deixei de gostar de você , sem bem que tenho minhas dúvidas se algum dia gostei, acho que me deixei levar por sentimentos inesistentes, frutos de minha imaginação. Não pense que sou louca, embora você não admita, eu tive meus motivos, mas é difícil pra você reconhecer seus erros, mais fácil me culpar por tudo. E jamais diga que eu não fiz nada pra tentar balancear nossa relação, afinal, foram 6 meses de enrolação, pra fugir do fim, mas foi inevitável, os defeitos superaram as qualidades. Um final conturbado, aonde cada vez mais fugia de você, ficar ao seu lado me fazia mal, um fluxo negativo elevado, o medo me dominava. Suas cartas, mensagens, trocas de palavras em encontros no colégio cada vez mais me assustavam. Fiquei aliviada com o fim das aulas, pois sabia que não mais te veria, mas você esse mês resolveu me mandar sms, novamente me atormentando, mas como acabar com você foi a melhor coisa que fiz em minha vida, eu te ignorei, e quando você me disse até nunca mais, foi maravilhoso pra mim. Você não sabe o quanto é bom pra mim saber que nunca mais te verei! Percebi que você me odeia , realmente não precisava ser assim, pelo menos podiamos continuar nos falando, como fazem as pessoas normais, mas em se tratando de você, prefiro nenhum tipo de relação. Apenas mais uma coisa , me esquece, pois eu já nem lembro mais seu nome! Seja feliz e aproveite sua vida!

12 de janeiro de 2005

Live life in Peace!

Estou numa viagem interior
Me redescobrindo
Tentando ficar em paz comigo mesma
Elevando-me espiritualmente
Buscando prazer nas coisas simples da vida
Admirirando as belas paisagens
Deixando fluir meu lado muleca
Estampando um belo sorriso nos rosto
Administrando minha inocência
Deletando tudo o que me faz sofrer
Passando longas horas com a família e os amigos
Pensando no quão belo pode ser o meu futuro
Trilhando no caminho do bem
Me afastando de um lado obscuro e depressivo
Me disvirtuando dos amores platônicos
Entrando em contato direto com a natureza
Aproveitando ao máximo os bons momentos
E tirando boas lições dos não tão bons assim
Enfim, me aceitando com todos os meus defeitos e qualidades
Ultrapassando de cabeça erguida cada barreira do destino
Construindo meu amanhã
E me divertindo com o hoje
Como é bom se sentir assim!

A Festa ( Maria Rita)

Já falei tantas vezes
Do verde nos teus olhos
Todos os sentimentos me tocam a alma
Alegria ou tristeza
Se espalhando no campo, no canto, no gesto
No sonho, na vida
Mas agora é o balanço
Essa dança nos toma
Esse som nos abraça, meu amor (você tem a mim)
O teu corpo moreno
Vai abrindo caminhos
Acelera meu peito,
Nem acredito no sonho que vejo
E seguimos dançando
Um balanço malandro
E tudo rodando
Parece que o mundo foi feito prá nós
Nesse som que nos toca
Me abraça, me aperta
Me prende em tuas pernas
Me prende, me força, me roda, me encanta
Me enfeita num beijo
Me abraça, me apertaMe prende em tuas pernas
Me prende, me força, me roda, me encanta
Me enfeita num beijo
Pôr do sol e aurora
Norte, sul, leste, oeste
Lua, nuvens, estrelas
A banda toca
Parece magia
E é pura beleza
E essa música sente
E parece que a gente
Se enrola, corrente
E tão de repente você tem a mim
Me abraça, me apertaMe prende em tuas pernas
Me prende, me força, me roda, me encanta
Me enfeita num beijo
Me abraça, me aperta
Me prende em tuas pernas
Me prende, me força, me roda, me encanta
Me enfeita num beijo
Já falei tantas vezes
Do verde nos teus olhos
Todos os sentimentos me tocam a alma
Alegria ou tristeza
Se espalhando no campo, no canto, no gesto
No sonho, na vida
Mas agora é o balanço
Essa dança nos toma
Você tem a mim

11 de janeiro de 2005

Metamorfose

Por que me sinto tão vazia?
Sozinha em meio a multidão
O tempo parece passar tão devagar
A chuva cai lá fora
E eu aqui acordada
Mais uma noite solitária
O céu de nuvens pretas
Tédio profundo me solicita
Carência em meio a tanto carinho
A máscara caiu não existe príncipe encantado
Minha vida não é um conto de fadas
O gosto amargo da derrota me corrói os lábios
O sangue frio e seco percorre minhas veias
Meu coração tenta se regenerar após tantos golpes
Mas as cicatrizes profundas jamais esquecerei
Minha alma se vê perdida em meio a tantos conflito
Me sinto insegura, frágil
Sem saber que rumo dar a minha vida
Meus sonhos já não me trazem as respostas que preciso
Quantas incertezas tenho de meu futuro
Tenho medo da minha sombra
Nada mais importa
Quero fugir de tudo
Sofrer uma transformação
Esquecer os que me fizeram sofrer
E nada vai me impedir
Exceto eu mesma!




4 de janeiro de 2005

Claustrofobia!

Me sinto presa dentro de meu próprio corpo,
Tenho vontade de gritar, sair correndo
Fugir de mim , do que eu me transformei
Já não tenho mais coragem de me olhar no espelho
Minha vida parece escapar por entre meus dedos
Meus sentimentos inóspitos e inesplicáveis
Perdi totalmente o controle da situação
Queria me redescobrir em meio a esse conflito
O medo domina meus pensamentos e minhas ações
Minha mente já não desfruta da dignidade
Me perdi num labirinto
Alienada a qualquer tipo de informação
Fico a ver o Sol nascer quadrado trancafiada em minha própria carne
Ninguém escuta meus gritos e apelos
A libertação foge a minha vontade
Melâncolia profunda, tédio efêmero, amargura estrema
Será que ainda saborearei o doce gosto da felicidade?